quarta-feira, 9 de junho de 2010
Visão da orla pernambucana
Tem coisas que não podem ser materializadas...
que pena que não da para fazer um print do que os nossos olhos veem
domingo, 11 de abril de 2010
"O que foi não mais existe; existe exatamente tão pouco quanto aquilo que nunca foi. Mas tudo que existe, no próximo momento, já foi. Conseqüentemente, algo pertencente ao presente, independentemente de quão fútil possa ser, é superior a algo importante pertencente ao passado; isso porque o primeiro é uma realidade, e está para o último como algo está para nada."
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Uma passagem pra o infinito
Compra-se uma passagem pro infinito
por que o infinito é tão distante
por que no infinito poderia me perder
por que no infinito poderia me encontrar
no infinito poderia simplesmente não ser
poderia rir
poderia chorar
que ninguém perceberia
que ninguém se importaria
que ninguém me pertubaria...lá no infinito
terça-feira, 23 de março de 2010
DAR NÃO É FAZER AMOR
Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca...
Te chama de nomes que eu não escreveria...
Não te vira com delicadeza...
Não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar....
Sem querer apresentar pra mãe...
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral...
Te amolece o gingado...
Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem
esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.
Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: "Que que cê acha amor?".
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho...
É não ter alguém para ouvir seus dengos...
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.
Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar
Experimente ser amado...
Luís Fernando Veríssimo
Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca...
Te chama de nomes que eu não escreveria...
Não te vira com delicadeza...
Não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.
Dar sem querer casar....
Sem querer apresentar pra mãe...
Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral...
Te amolece o gingado...
Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa.
Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã.
Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito.
Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem
esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para os mais desavisados, talvez anos.
Mas dar é dar demais e ficar vazio.
Dar é não ganhar.
É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: "Que que cê acha amor?".
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho...
É não ter alguém para ouvir seus dengos...
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.
Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar
Experimente ser amado...
quarta-feira, 17 de março de 2010
Olhos nos olhos
Quando você me deixou, meu bem
Me disse pra ser feliz e passar bem
Quis morrer de ciúme, quase enlouqueci
Mas depois, como era de costume, obedeci
Quando você me quiser rever
Já vai me encontrar refeita, pode crer
Olhos nos olhos
Quero ver o que você faz
Ao sentir que sem você eu passo bem demais
E que venho até remoçando
Me pego cantando, sem mais, nem por quê
Tantas águas rolaram
Quantos homens me amaram
Bem mais e melhor que você
Quando talvez precisar de mim
Cê sabe que a casa é sempre sua, venha sim
Olhos nos olhos
Quero ver o que você diz
Quero ver como suporta me ver tão feliz
grande Chico
Me disse pra ser feliz e passar bem
Quis morrer de ciúme, quase enlouqueci
Mas depois, como era de costume, obedeci
Quando você me quiser rever
Já vai me encontrar refeita, pode crer
Olhos nos olhos
Quero ver o que você faz
Ao sentir que sem você eu passo bem demais
E que venho até remoçando
Me pego cantando, sem mais, nem por quê
Tantas águas rolaram
Quantos homens me amaram
Bem mais e melhor que você
Quando talvez precisar de mim
Cê sabe que a casa é sempre sua, venha sim
Olhos nos olhos
Quero ver o que você diz
Quero ver como suporta me ver tão feliz
grande Chico
Que dia torto
Cara...pense num dia torto, acordei sem vontade de acorda, sabe aqueles dias em que tudo que você queria era não acordar, pois estou eu em um desses dias...me arrastei pro banheiro...e depois me arrastei mais ainda pra faculdade, onde, isso já faz algum tempo, eu não aprendo nada, parece, sinceramente, que os professores são um bando de revolucionarios de merda que esqueceram do mundo e que vivem em sua redoma de ouro e marmore, pois me sentindo dessa forma me dirigi à minha instituição educacional, assistir uma aula "murros da lamentações".
Fui mais um vez, na minha interminavel rotina, comer no R.U, ver um bando de pessoas mesquinhas, incluindo meus colegas de faculdade, mais mesquinhos ainda, falando da vida alhei e zombando das outras pessoas, como se estas não tivessem sentimentos e não fosse nada além do que meros esteriótipos...daí me dirigir novamente pro ch2, antro de asnos e pseudo-intelectuais, quando me deparo com pessoas fumando no nosso centro acadêmico, tal prática que havia sido proibida, não que eu seja contra quem fuma, afinal sou fumante, porém não falei nada porque tinha decidido que não ia fazer isso, e deixei as pessoas sem consciência fazer o que elas bem entendesse, ninguém é mais criança mesmo, no entanto começou um discussão sem fim sobre o espaço físico do c.a e o que pode ou não fazer dentro dele, ou seja, uma discussão sobre beber e fumar...que discussão sem sentido...tanta coisa para se discutir dentro de um curso de história, e cá estou eu mais decepcionada com o curso e ainda mais em pensar que porra de historiadores serão esses no futuro?
Depois dessa discussão meia-boca, fui estudar, decidir ser academicista e levar essa droga de faculdade para frente logo, quando me lembrei do forum da graduação, espaço esse cedido pelo departamento de história para convencer os graduandos que eles tem vez e voto nas decisões no colegiado docente, um grande enganação isso sim, a gente fingi que acredita, pelo menos eu, e eles fingem que é verdade...
E quando acabou a reunião do forum fiz a besteira de voltar pro pátio para escutar a asneira de uma certa pessoa que estava dizendo que a maconha não é produto do tráfico, mais um vez reitero: não tenho nada contra quem fume, mas se é pra ser conivente sejamos pelo menos sinceros conosco mesmo...ainda escuto a asneira maior ainda...de que fumar protegido pelos murros da universidade é ser melhor que os NEGUINHOS que fumam na favela, vai se lascar!!! esse mando de playboysinhos nem sabem o que tem além dos murros da universidade. É muito fácil mesmo ser financiador das mortes que acontece todo dia na favela e fingir que não tem nada a ver com isso...é a maconha realmente não vicia tanto quanto o crack e ela é o produto do tráfico que tem menos peso monetário, mas ela é SIM, produto do tráfico, mas uma vez digo não sou contra a maconha queria mesmo era que ela fosse legalizada...porém é muito fácil pra esses burgueisinhos negar a realidade.
Só acho uma coisa...se quer fumar...FUME! mas tenha coragem de enfrentar o turbilhão que vem junto com isso.
Eu não sou legalista, odeio seguir essas leis sem sentido que são impostas para nós todos os dias e sou mais contra ainda a esses órgãos repressores que todo dia, dentro da universidade, tentam nos tornar meros fantoches que seguem todos os desmandos desse sistema corrupto.
Esse é só um desabafo, bem confuso, de uma pessoa que tá cansada de lutar por uma mudança dentro de um espaço que deveria, plano das ideias, ser um espaço de transformação, onde houvessem pessoas que quisessem mudar o mundo, não um espaço de pessoas mesquinhas que só pensam nos seus próprios umbigos, que não pensam nem um segundo no quanto ESSE MUNDO ESTÁ TODO ERRADO, e que nós, que somos jovens e com algum tipo de potência de mudar o que está virgente, que deveriamos, de alguma forma, tentar mudar ou pelo menos morrer tentando (figura de linguagem).
' o mundo caquinho de vidro/tá cego do olho/tá surdo do ouvido...
o mundo tá muito gripado'
Fui mais um vez, na minha interminavel rotina, comer no R.U, ver um bando de pessoas mesquinhas, incluindo meus colegas de faculdade, mais mesquinhos ainda, falando da vida alhei e zombando das outras pessoas, como se estas não tivessem sentimentos e não fosse nada além do que meros esteriótipos...daí me dirigir novamente pro ch2, antro de asnos e pseudo-intelectuais, quando me deparo com pessoas fumando no nosso centro acadêmico, tal prática que havia sido proibida, não que eu seja contra quem fuma, afinal sou fumante, porém não falei nada porque tinha decidido que não ia fazer isso, e deixei as pessoas sem consciência fazer o que elas bem entendesse, ninguém é mais criança mesmo, no entanto começou um discussão sem fim sobre o espaço físico do c.a e o que pode ou não fazer dentro dele, ou seja, uma discussão sobre beber e fumar...que discussão sem sentido...tanta coisa para se discutir dentro de um curso de história, e cá estou eu mais decepcionada com o curso e ainda mais em pensar que porra de historiadores serão esses no futuro?
Depois dessa discussão meia-boca, fui estudar, decidir ser academicista e levar essa droga de faculdade para frente logo, quando me lembrei do forum da graduação, espaço esse cedido pelo departamento de história para convencer os graduandos que eles tem vez e voto nas decisões no colegiado docente, um grande enganação isso sim, a gente fingi que acredita, pelo menos eu, e eles fingem que é verdade...
E quando acabou a reunião do forum fiz a besteira de voltar pro pátio para escutar a asneira de uma certa pessoa que estava dizendo que a maconha não é produto do tráfico, mais um vez reitero: não tenho nada contra quem fume, mas se é pra ser conivente sejamos pelo menos sinceros conosco mesmo...ainda escuto a asneira maior ainda...de que fumar protegido pelos murros da universidade é ser melhor que os NEGUINHOS que fumam na favela, vai se lascar!!! esse mando de playboysinhos nem sabem o que tem além dos murros da universidade. É muito fácil mesmo ser financiador das mortes que acontece todo dia na favela e fingir que não tem nada a ver com isso...é a maconha realmente não vicia tanto quanto o crack e ela é o produto do tráfico que tem menos peso monetário, mas ela é SIM, produto do tráfico, mas uma vez digo não sou contra a maconha queria mesmo era que ela fosse legalizada...porém é muito fácil pra esses burgueisinhos negar a realidade.
Só acho uma coisa...se quer fumar...FUME! mas tenha coragem de enfrentar o turbilhão que vem junto com isso.
Eu não sou legalista, odeio seguir essas leis sem sentido que são impostas para nós todos os dias e sou mais contra ainda a esses órgãos repressores que todo dia, dentro da universidade, tentam nos tornar meros fantoches que seguem todos os desmandos desse sistema corrupto.
Esse é só um desabafo, bem confuso, de uma pessoa que tá cansada de lutar por uma mudança dentro de um espaço que deveria, plano das ideias, ser um espaço de transformação, onde houvessem pessoas que quisessem mudar o mundo, não um espaço de pessoas mesquinhas que só pensam nos seus próprios umbigos, que não pensam nem um segundo no quanto ESSE MUNDO ESTÁ TODO ERRADO, e que nós, que somos jovens e com algum tipo de potência de mudar o que está virgente, que deveriamos, de alguma forma, tentar mudar ou pelo menos morrer tentando (figura de linguagem).
' o mundo caquinho de vidro/tá cego do olho/tá surdo do ouvido...
o mundo tá muito gripado'
Assinar:
Postagens (Atom)